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Thiane Ávila, Autor em Revista Letra
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Thiane Ávila

Thiane Ávila
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Com experiência na área da educação, Thiane já ministrou aulas particulares de Língua Inglesa e Portuguesa, bem como atuou em escolas de idiomas. Estudante de relações públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é também colunista de uma Revista, além de colaborar com outras plataformas virtuais literárias, que podem ser acessadas pelos seguintes links: http://www.eusemfronteiras.com.br/autor/thiane-avila/ e www.jundiaionline.com.br/colunistas/colunistas.asp?c=54 . A escrita já rendeu algumas premiações nacionais e participações em coletâneas. Os prêmios recebidos contemplam o 3º lugar no Concurso Literário Icozeiro, o certificado de Qualidade Literária pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores e o reconhecimento pelo Conselho Editorial da Câmara Brasileira de Jovens Escritores do Rio de Janeiro pela qualidade literária.

Numa psicanálise vivenciada em cada milésimo de lucidez, transparecemos a discrepância entre o que compõe e o que é composto. Como numa alforria desgarrada de qualquer pretexto, emancipamos na saudade a consternação de não...

O som de domingo rima com o silêncio dos dias que pensam. Como que emancipando uma habilidade de deixar de ser, torna-se o protagonista invisível da vida em estado de latência. Vidas de domingo...

A falta de inspiração revela, no semblante, o que nem precisa ser dito. É apenas o apuro de quem pretende comer com as palavras o silêncio subentendível. A nota inaudível do som que ficou...

Com maestria, traduzo meus silêncios como quem almeja alcançar escuridão onde é demasiado claro. Descompasso onde as batidas rolam estupidamente quadradas. Redondamente incorrompíveis. Sou a extravagância de querer arranhar a docilidade assaz de um...

O emblemático compromisso de cumprir regras. A outorgada obrigação de transformar-se em alguém que, mesmo não conceituado, sempre será melhor que ninguém. A valia do efêmero transformado em código respeitado. A consonância amaldiçoada de...

Por entre a fresta aberta da janela do quarto, entra o vento manso que anuncia o fim do dia. A chegada da noite. O fim de um ciclo. A descoberta, pois, da mansidão que,...

Não é possível que se sofra pela imaginação. A rebeldia de amar sozinho, de crer sozinho e viver sozinho uma história a dois. Não há, pois, ressentimento na angústia de não sentir, a não...